conexöes cipotaneanas

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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

mutuka

Bambús amarelos
Ar-ceno
Säo Dimas
Chopotós
Brejaúba
Costas
bambus da encosta

5 comentários:

bambuamarelo chopoto disse...

Paralepipedos paralelas que se cruzam
Paradas piradas porradas
Pinguins


Atidel atalante sisifica
O absurdo com gosto no fatal
A vida no gosto de sua carga
Uma maquina falante na cabina telefonica
Mas por que ainda uma maquina fala?
A mao, os pés, o corpo mecanico indicam
A vida na sociedade moderna motor, oleo, dinheiro, placas, carimbo nota
Mundo escravocrata recusador do fado
A vida è como vontade de poder no gosto afirmativo da absurdidade do destino trazer, carregar, autosustentar…
Producao de forca
A vida como trágica comédia

8 de julho de 2005-07-08

os sinos badalam
anjos e herois na sua propria überhistoricidade sobrehistórica
a vida como destino e desejo
a vida como vontade de potencia na fatalidade
poder da arte produtiva
na artinvidividuacao.

bambuamarelo chopoto disse...

Que grite a poesia natural:
onde estao as flores?
Que espante a filosofia racional:
para que tanto ascetismo?
Por que és tao dogmatico?
Espatifa o burocratico.
Que crie no recriar a arte de criacao.
Por que tanta interpretacao?
Que ilude os poetas
O que canta os patetas?

19-06-05

A musica orfeônica em hora de estadia
Euridicie desconfiada olha para trás covil
Iliada, eleida, adelaide
Mandaba do ser puro na bigorna
Martelo, rancho numa choupanha de morada.
Tem café no bule?
A arvore como natureza está
E somente o ser humano coloca a pergunta da natureza será…???
O verbo ser è estar. A ligacao do fio é circular e deixa se guiar pelo instinto, pelo amor dessa escuridade no misterio como sono de uma crianca. O amor solitario, o silencio da natureza e floresce como ser sedente deste som vinil.
Dorme como crianca, dorme minha crianca, porque somente a poesia danca na musica orfeonica.

P.S. In memorial des Totes e das mortes tombas em guerra. O monumento aspiral do jardim napoleonico na era da paisagem no passante do norte.

Como se eu nao pudesse ouvir aquilo que é parte da parte.
Um gozo fundamental da pedra.
Ao grito da crianca esfomeada,
ao gritodo imperio da natureza,
o mundo nesse vazio tornado.
Quem quiser rimas adocadas que tomem apuros.
O poeta louco é descompromissado e ama a natureza.

Eu já pretendera fazer versos acucarados como flores morbidas ao sol.
E pudera eu fazer versos de despontagem querendo re-crio da acao na arte da vida,
o viver na total insuspensao entre o eu finito no eu animal aflito, sedento de instintividade.
Veia pulsa coracao da alma.
O coracao humano è forca viva do amoral.
O criativo da arte super-potente da superficie.
A pele, o toque e toda imagem ativa esquece a memoria e ativa antes historia, anti-moralista.

Quanta alegria na terra dourada, na terra dos deuses,
no humano experieciado, na alegria do canto adeus.
Vive enojado?
Vive sem rosto?
Está cansado do amor cansado?
Está em via virulenta?
Aperte os cintos!
Estamos de chegada.

Uma mae solitaria
Uma crianca no colo
Uma morte na janela
Um quadro de guerra
Onde estao os homens?
Foram para a guerra.
O que fazem os soldados?
Quem incita a fibra assissina?
Quem salva a cura do inocente?
Por onde seguem as jornadas?
Para que tantas bombas?
E por que tanta guerra?
A crianca está apoiada pelo rosto falecido da mae atonita.

Eu quero viver na intensidade do instinto.
Eu quero a vida como potencia nesta noite enluarada,
onde o meu rosto confunde com minha imagem.
Tudo que se vê nao è real.
O instinto povoado de celebracoes vivas.
No reino anima-real. Wirklich!...!

A lua brilha tao forte
Em esfera que parece
Fios de luz na crosta
Plim ao som da noite
E de repente ovioliono
Paira
Eterna vida no eterno amor pela natureza
Eu te amo, eu te amo.
Te amo como esse esplendor de luz no espaco solitario.
Eu te amo por ser o sacrificio gratuito.
Eu amo essa correnteza neutrônica
Esse amor como feixe diônica
Eu amo o seu amor por nada…
Xamego, Xodó na transparencia da sensibilidade.
E diz a vida que sonhos presenteiam presente como sonho.
O que saberemos de nós como aparencia é sol de hoje presenteado.

bambuamarelo chopoto disse...

O poeta brejaubês escreve

Um poema de Manuel Bandeira In: “vou me embora para Parságada”.

Dedicado para a minha irmã Lé!

“Depois que a dor, depois que a desventura”.
caiu sobre o meu peito angustiado,
sempre te vi, solicita, a meu lado,
cheia de amor e cheia de terna.

È que em teu coração inda perdura,
entre doces lembranças conservadas,
aquele afeto simples e sagrado
de nossa infância, ó meiga criatura.

Por isso aqui minhalma te abençoa;
tu foste à voz compadecida e boa
que no meu desalento me susteve

por isso eu te amo, e, na miséria minha,
suplico aos céus que a mão de Deus te leve
E te faca feliz, minha irmãzinha ».

bambuamarelo chopoto disse...

Oh meu deus quem te criaste?
Oh meu Deus que te fizeste?
Oh meus deuses quem te contaram?
Oh meu Deus que te continuraram nós
Oh meus Deuses, meu Deus que nos continuaram
Oh minha nossa!!!
Senhora de Aparecida, mentira sumida como véu de noiva
Minha concebida sem pecado igual nós
Todos nós somos iguais, choro de igualdade na diferença
Benevolência humana, humanidade divina
Números romanos, figuras apocalípiticas
Noivados de céu tim dorejo ar da lua bela de Enia no Capitão Gomes, buraco fundo da planície solitária do ideal...
A vida não mede, descansa
O nó da barbatana matagal do Silvânio que passeia como luz volátil
A vida no nó na garganta,
O sufocar humano é carinhoso demais neste mundo de ais posso sempre mais
O mundo castiga como a marote paira no moinho da cana do quintalo que lampeja essa triste poesia. Triste, por quê?
Porque não tem resposta, a vida é um encanto, morro a todo canto de uma velocidade a zero do ponto máximo de humanidade de escapole como nave na teia da aranha de horizontes que se perderam e nem se que foram perdidos no nascimento, ou se quer nascido, morrido no terreiro do olhar que caminha com os sonhos do homem que escamoteia, perfeitamente sereno á luz da noite que tomba nos seus olhos de rio espera, melancolica dor é alegre. A vida sufoca de tranto brilho.
A minha ronda é breve, a mãe eé passageira, tudo vai nevando, o homem que passa, o dó sem braço.
Prosa ou verso?
Paula Acanjo, Jaguaripe, Brejaúba, oba, Ubá, tudo besteirol da linguagem simples de gaguejar. Sodé, Vicentinha, Gracinha, Goela, Doendinho, Margarida, pranto de rosa, Brasil de inho... meu coração numa névoa apertadinho elasticamente...
A vaca que berrou, o inhame que rompeu, a horta que brotara, minha vida disparara o leve peso da balança
Arrogai morto, vive por nós
O Dó ré mi sai da lembrança na sigla matinal
O verdadeiro verso esconde debaixo da pedra
Heliopólis moinho vento do planeta
Cordel passeia na alma indiana dessa gente sofrida.
Daqui abrigo meu capataz dou a vida pela morte
Dou a morte pela vida, dou vida pelas duas, duas por uma entre ambas, mieus pensamenteosk dvagueiram na matina nas estradsas, vaguieo com ovaga lume que escamoyteire a veia tudo reza, aapasaçgaia nossoso sonhos tirsestes versos qde um homem que cho9ra, nossa sehora , são catetano o indio ainda não tocaera nossa emocação... políticas p´~ublicas, o bhoem que pastoreia a vida que serpara esssa roda da fortuna que não escrevce nada certo, o toque, o sonho o cainho do pergume, tranto caminhho distante t]ão perto, o medo, a solidáo, oh vida tenebreste tece teia da espada, fugiras espaço, treiste olhar golpeia, a espada breve, única do espaçoo do amor que rodeia, tratamente do espa~ço públido privado da família, a festa dos deuses no olimpo ro.la de tudo, a vida e amrote andam de braços dados,
Minha vida é por sina uma escala e não um valor, nãos seguro assegurao arrepiques, concentração...
A vida que escapole é luaz que almeja, miknha nossa, vida brava, vida breve, lampada que goteja,
O teclado é uma onda de luz espiritual...
O brilho do olhar é maior que o sol. Da meia noite do meio dia
Lamparinhas, guias, Hermógenes, testes e sustestnáculos, a vida de uma onda vaga vago na vaga vala que fui valei valo
Impres ccindíveis arrepites, Cxopotó, cipó amarelo, urtiga e venenno capital, a força bruta do trabalho. O homem que se rende perde a vida natal
Dia vento que passa, Dioníosis que passa,
Caramujpos,

O homjme não escaploe é escapçuylido os er a toda hora que sempre é sempre sendo
O homem bonito da cabeleira , atrás da barriga, dos cachos de bananeira, Suleli sozinha sentada no tronco da simplicidade de Adão e Eva no paraíso de desvfrutar do castigo ainda não receibifdo, os deuses travam altas lutas de batalha, paranóis, parafusos, distribuições el[etricas, o homem que caga é o que enbgole, a vida que cala é a mesma que escaonde, apaganda luz é o brilho que acende, sonhos e sonoros, fantasias, puxa limpas, parafusos, ddestruçõs paralelepípeidpasdas, o homem que conheiceu o céu est´a nata terra
O próoximo ponto é oo nmeu ponto encontro
Zé Vicente caminha com gole certo na escala certa do ponto certo
Irineu farinha minha tripa que escuta vacas rondando o terreiro,
Nossa Senhora do Aleixo, os homens que lutam na tábua sõa gingoeiros da carnaúba que escapole do meu olhar que verso no espelho, a viagem da nave que somos no universo que planega todas ondas do benfazegjpoo, a vida legal é uma receita bacana. Poiapai, ai, oi, ai, sinto dever d eir nesta prece que escalpole na roida da forturna, a vida é um lago e infinitude, calo e faço verso num céu desbotado de faces cristas humanas
Cadê o galo no terreiro?
A doida na sala, o tambor na esquina, a vida cindindo, a voz tinindo, o croação dispara de atividade, glândula médula ósseia pinealo mundo explode em alforjes e mal.
Por onde andará o bem mal?
MO mal bem bem?
Não pare, estacione sempre na próxima parada do pretérito do futuro
Já dei carta branca, o livro de literatura saira de um sonho esperado.
O presente futuro é.
É sendo futuro do passado que nesgou turbalina em sonho
Donizzetti guiou o comando legal
Moacir traçou a menina ilegal
?Quem comandou certo?
Paulinho que leonara em saturagem
O pai que falara em nome do benefício que não renunciara,
O espírito guevara que não não sononava
Nave nove que se foi moveu-se nona vê
Com uma palvra arrepiara o brilho do olhar de Sandra que sempre falara
O fogo que entra na carne é forte
Minha alma não é fraca porque não tenho, tenho espírito que semrpe falara na clarara noite que abro a boca de cansaço
Um filho enlouquecera na boca do pito da louca sabedoria
E n]ão sabedoria louca, o homem julga estar certo
O deuses pariticipam dos homens errado
O som que tocara, a gaivota da largata, aorta das veias céçlebre de Troiadente ?Timim
Nicanoa Arlindo esfaleço de tanta jogada...
O anjo Gabriel morreu, minha vó sonhara,
Meus sonhos que sonhei...
Minha vida que testei...

bambuamarelo chopoto disse...

Uma poesia em frente a televisao dá uma vontade de vomitar as tripas pela cabeca e o coracao pelo pulmao.
O casamento do principe, a morte do rei e o sepultamneto latino do pontificie fere os olhos da gente. Agora a guerra do Iraque ficou esquecida e a fome nos paises pobres transformaram-se em nupcias reais na realeza da bastardia amorosa.
A poesia em frente a televisao è a rua que dói a alma no peito pelo humor no consumo em satisfacao.
A poesia do aniversario platisco de Ana lucidamente dopada pela fineza da moral repressora. A educacao dos imbecis! O computador tecla info@com mundo na propaganda para o povaréu. Luxo? Fornalha no tedio da chatice. Nojo.
Será eu um revoltado? Nao, eu sou um voltado para mim mesmo, para o meu World.

A poesia nao tem lugar para se espelhar. Ela corre ligeiramente atrás das costas do passante e lé suas nadegas.

Meu Deus è o meu grito profundo na realidade. Meu Deus è a canseira da chatice virtuosa daquilo que se chamam “verdade”.

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